
Facilmente apontado como o álbum mais marcante da banda de Dave Mustaine, com Marty Friedman pela primeira vez na edição de um álbum, este Rust in Peace compila vários temas de sucesso com temas de culto para os fans como «Tornado Souls».
Por muito que Dave Mustaine seja criticado, é de louvar que este álbum tenha sido escrito e composto quase na sua totalidade pelo próprio.
«Holy Wars...The Punishment Due» é dos melhores temas de sempre da história do Metal na minha opinião pessoal. Estão a ver aquele CD que levariam para uma ilha deserta?...
O Riff inicial é simplesmente genial e arrebatador!A velocidade, a energia e... Dave entra com a sua mensagem. Sempre directo, dentro e fora de palco, Dave vai buscar os conflitos religiosos para compor este incrível tema.
A ponte entre partes leva-nos a lembrar das arábias, um som muito próprio que encaixa a 100% no tema. Os Solos de Dave são simplesmente geniais, rápidos e complexos, fácilmente o ouvinte entra num estado de transe profundo.
«Hangar 18» não dá descanso. Outro tema mais do que chave na história dos Megadeth que nos ambienta num hangar cheio de segredos do outro mundo... Como encontramos na capa, Vic Rattlehead, a mascote da banda (o Eddie dos gajos...), frente a frente com um alien e com os principais chefes de estado na altura de lançamento do álbum no início da década de '90.
Por muito que Dave Mustaine seja criticado, é de louvar que este álbum tenha sido escrito e composto quase na sua totalidade pelo próprio.
«Holy Wars...The Punishment Due» é dos melhores temas de sempre da história do Metal na minha opinião pessoal. Estão a ver aquele CD que levariam para uma ilha deserta?...
O Riff inicial é simplesmente genial e arrebatador!A velocidade, a energia e... Dave entra com a sua mensagem. Sempre directo, dentro e fora de palco, Dave vai buscar os conflitos religiosos para compor este incrível tema.
A ponte entre partes leva-nos a lembrar das arábias, um som muito próprio que encaixa a 100% no tema. Os Solos de Dave são simplesmente geniais, rápidos e complexos, fácilmente o ouvinte entra num estado de transe profundo.
«Hangar 18» não dá descanso. Outro tema mais do que chave na história dos Megadeth que nos ambienta num hangar cheio de segredos do outro mundo... Como encontramos na capa, Vic Rattlehead, a mascote da banda (o Eddie dos gajos...), frente a frente com um alien e com os principais chefes de estado na altura de lançamento do álbum no início da década de '90.
Infelizmente a versão lançada ao público é bastante mais reduzida que a do álbum, deixando parte da envergadura deste tema de fora com um solo/break fantástico mesmo no fim.
Esta música ainda hoje é um must nos seus concertos e sempre um dos temas mais esperados pelos fans da banda.
«Take No Prisioners» começa com um bom trabalho de bateria assim como um assinalável trabalho de baixo. Desta vez o tema passa pelos prisioneiros de guerra, outro tema a ter em conta neste álbum.
«Five Magics» é um dos momentos mais complexos do álbum, o break de bateria inicial engana. Ao fim de dois minutos de introdução Mustaine dá o ar da graça num tema que parece um solo gigantesco, de facto o que realmente distingue-se na sonoridade entre Metallica e Megadeth é a importância que o segundo dá à guitarra solo.
Não tem Cliff Burton, mas tem baixista também. Neste caso David Ellefson que dá o seu contributo na introdução deste «Poison Was the Cure» que puxa um pouco mais para o Trash puro e duro do que os temas mais progressivos.
«Lucretia» é outro tema bastante técnico e rapidamente se verifica que têm o carimbo Megadeth. A sua sonoridade é bastante própria e penso que este se trate de um bom exemplo, mas não tão bom como o seguinte...
«Tornado Souls»... Outro clássico que podemos encontrar neste álbum e possivelmente o ponto alto do mesmo. Uma música que sem darmos conta estamos a bater o pé e a descair o pé ao som da batida, tanta energia contida naquelas cordas como é possível?
Um dos melhores riffs do trabalho da banda assim como o solo final.
Esta música ainda hoje é um must nos seus concertos e sempre um dos temas mais esperados pelos fans da banda.
«Take No Prisioners» começa com um bom trabalho de bateria assim como um assinalável trabalho de baixo. Desta vez o tema passa pelos prisioneiros de guerra, outro tema a ter em conta neste álbum.
«Five Magics» é um dos momentos mais complexos do álbum, o break de bateria inicial engana. Ao fim de dois minutos de introdução Mustaine dá o ar da graça num tema que parece um solo gigantesco, de facto o que realmente distingue-se na sonoridade entre Metallica e Megadeth é a importância que o segundo dá à guitarra solo.
Não tem Cliff Burton, mas tem baixista também. Neste caso David Ellefson que dá o seu contributo na introdução deste «Poison Was the Cure» que puxa um pouco mais para o Trash puro e duro do que os temas mais progressivos.
«Lucretia» é outro tema bastante técnico e rapidamente se verifica que têm o carimbo Megadeth. A sua sonoridade é bastante própria e penso que este se trate de um bom exemplo, mas não tão bom como o seguinte...
«Tornado Souls»... Outro clássico que podemos encontrar neste álbum e possivelmente o ponto alto do mesmo. Uma música que sem darmos conta estamos a bater o pé e a descair o pé ao som da batida, tanta energia contida naquelas cordas como é possível?
Um dos melhores riffs do trabalho da banda assim como o solo final.
Trava-se a fundo e arrancamos lentamente numa segunda... «Dawn Patrol» é mesmo musica de patrulha... obscura, lenta, pesada, esquisofrénica...funciona mais como um interlúdio ou uma introdução para o tema seguinte...«Rust in Peace...Polaris».
Da obscuridade sai um break de bateria e um rasgo ,da bastante própria , voz de Dave Mustaine.
Da obscuridade sai um break de bateria e um rasgo ,da bastante própria , voz de Dave Mustaine.
O som de fundo certamente influenciou no futuro a produção de «Sweating Bullets» com aquele som de fundo sinistro...Um bom tema a fechar o álbum deixando no ar um ....Rust In Peace!
Um álbum bastante técnico mas que não esquece a brutalidade do trash-metal a que nos habituaram desde sempre. Dave Mustaine é sem dúvida alguma um icon do metal, para o melhor e para o pior.
Um álbum bastante técnico mas que não esquece a brutalidade do trash-metal a que nos habituaram desde sempre. Dave Mustaine é sem dúvida alguma um icon do metal, para o melhor e para o pior.
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