quarta-feira, 27 de maio de 2009

Slayer - Reign in Blood


A banda que passados tantos anos ainda leva muitas mãezinhas á loucura certamente... Slayer é uma milícia. Os seus fans são legiões autenticas e fieis á sua agressividade.
Slayer é bruto. Slayer não é bonito. Slayer não é para qualquer um.

Reign in Blood é a par de Master of Puppets o álbum com maior reconhecimento dentro do Trash-Metal apesar da sua curta duração.

Meia-hora que parece estar no Fast-Foward! «Angel of Death» abre logo em polémica. «Aushwitz the meaning of hate, the way that I want you to die...». A letra é forte, e nada menos se esperava, mas as acusações de racismo são levadas por água abaixo face á étnia do orador por exemplo... Lembrar o Holocausto de forma a não se repetir nada semelhante. É demonstrando o ridículo que os Slayer fazem uma das críticas mais controvérsias da história do metal.
Igualmente violenta é a própria musica, com um conunto de riffs fácilmente reconhecidos pelos fans. Sobreviver aos ultimos minutos é tarefa complicada...

«Piece by Piece» e «Necrophobic» não baixam a intensidade, principalmente o segundo... existirá algo mais intenso que Slayer?

«Altar of Sacrifice» perde dois segundos para a introdução... E volta a bombardear-nos com uma granada de trash puro e duro. Cada vez mais pesada, a musica torna-se um apelo hipnótico ao headbanging!

Numa ponte quase perfeita, «Jesus Saves» dá qualquer coisa como um minutinho de descanço... a ligação entre temas faz deste Reign in Blood um álbum fenomenál do princípio ao fim.

Os temas seguintes seguem um esquema quase perfeito estando Dave Lombardo na melhor forma possível! Sem deixar para trás a técnica de Jeff Hanneman e de Kerry King que não perdoam um segundo que seja sem um riff esmagador ou com um solo a 250 km/h...

No fim, a cereja no topo. «Raining Blood». Que mais há a dizer? A melhor entrada de sempre? A Little Boy da musica pesada?
O tema mais reconhecido da banda é como um Pai Nosso para os fans do metal mais extremo.
Mais uma fez Tom Araya a entrar muito bem com os seus vocais fantásticos, até á calma que antecede a tormenta... O riff é avassalador, é impossível não sentir a adrenalina a subir pela espinha logo no primeiro break de bateria... por milhares de vezes que se ouça, nunca perde o impacto- simplesmente perfeita!

Peço que tenham em detalhe o artwork da capa, penso que fácilmente compreenderão a controvérsia á volta da banda ao longo dos anos assim como certos excessos por parte de fans mais extremos que mal-interpretam por vezes a mensagem da banda.

2 comentários:

  1. sem duvida um excelente álbum,o melhor e o primeiro grande álbum de thrash metal

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